Você já ouviu falar sobre infertilidade conjugal? 4 coisas que você deve saber!

maio 24, 2019
admin

É cada vez mais comum encontrar casais que desejam ter filhos e esbarram em empecilhos na hora de realizar esse sonho. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% da população ao redor do mundo sofre com a infertilidade conjugal e não consegue engravidar mesmo depois de um ano de tentativas. Conheça agora algumas informações primordiais para quem passa pelo problema:

1. A infertilidade não é culpa da mulher

Ao realizar os exames para checar o que está ocorrendo, é preciso que o homem também esteja disposto a enfrentar o check-up. Segundo a OMS, a parcela de responsabilidade na dificuldade de engravidar não depende do gênero, mas, sim, de diversas variabilidades.

Para o órgão, 40% do problema pode estar no homem, outros 40% na mulher e os 20% restantes em ambos.

2. A idade influencia na reprodução, tanto do homem quanto da mulher

Em ambos os casos, a idade é um fator crucial. De acordo com o Hospital São Luiz, de São Paulo, as mulheres têm grandes chances de reproduzir até os 35 anos. A partir daí, a tendência é que essa possibilidade diminua, podendo chegar até 1% aos 43. No caso dos homens, a alteração na qualidade do sêmen começa aos 40 anos.

3. Fique alerta com o peso

O tecido adiposo, que armazena as gorduras do corpo, produz uma substância que influencia na comunicação entre as células. Com isso, algumas funções podem ficar comprometidas, dentre elas, o controle do ciclo ovulatório, o que dificulta ainda mais a gravidez.

Mas não são apenas as mulheres que sofrem com isso. Os homens que possuem obesidade mórbida costumam apresentar ausência de espermatozoides no sêmen. Sendo assim, todo cuidado é primordial.

4.Calma, há solução!

Existem áreas da medicina que são especializadas em tratar os distúrbios da fertilidade e clínicas responsáveis por realizar este sonho, como a Fertilivita.

Com um atendimento especializado e um laboratório moderno, o local oferece as melhores condições para o casal e ainda conta com uma gama de técnicas que podem ser usadas na tentativa de reverter esse quadro. São elas:

  • A Indução da Ovulação, estimulando com hormônios;
  • A Inseminação Ultra-Uterina, que embute o material bem próximo às trompas, para facilitar que o espermatozoide encontre o óvulo;
  • A Fertilização In Vitro, na qual os óvulos e os espermatozoides entram em contato em laboratório e depois são inseridos no útero;
  • O Diagnóstico Genético de Pré-Implantação, que analisa os embriões na Fertilização In Vitro antes de colocá-los no útero;
  • O útero de substituição, que é exatamente igual à Fertilização In Vitro, mas utiliza o útero de outra mulher;
  • A Fertilização por Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide, que seleciona um espermatozoide e injeta diretamente em cada óvulo;
  • A doação de óvulo de outra pessoa;
  • O congelamento de embriões, mantendo-os em laboratório até que a mulher esteja pronta para recebê-los.

Para conhecer essas técnicas detalhadamente, acesse o site da Fertilivita e para marcar sua consulta, entre em contato com a gente.

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