Porque preservar a fertilidade é a melhor opção?

julho 01, 2016
admin

Com o passar dos anos, as pessoas perdem capacidade de fertilização natural. É normal do ser humano. Nas mulheres esse quadro é mais claro a partir dos 35 anos. Já a qualidade dos espermatozoides do homem começa a cair depois dos 50.

Sabendo disso, muitos casais, ou mesmo pacientes por iniciativa própria, procuram a Clínica Fertilivitá para preservar a fertilidade. Há dois principais motivos para isso. O primeiro é a necessidade social e o segundo, por motivos de saúde, como o diagnóstico de câncer.

Necessidade social ou saúde? – Muitas mulheres com desejo de maternidade postergado por conta da carreira, ausência de parceiro ou outro motivo pessoal, assim como prevenção ao declínio natural da capacidade de fertilidade são os casos mais comuns do que os americanos chamam de “Antecipação da Exaustão de Gametas”.

Congelando óvulos jovens, a mulher fica mais tranquila e pode planejar sua gravidez de acordo com seu momento de vida. As possibilidades de sucesso da fertilização in vitro são maiores quando envolvem óvulos jovens.

Agora, quando por motivos de saúde somos procurados, a urgência da preservação da fertilidade é maior e, muitas vezes, até obrigatória.

No caso do Câncer, especificamente, é uma doença que tem sido mais comum no nosso meio e não pode mais ser considerada incurável. Por um lado, aproximadamente 10% dos casos de câncer em mulheres ocorre em pacientes com menos de 45 anos de idade (segundo estudos americanos). Por outro, é cada vez maior o aumento das taxas de sobrevivência de câncer nas últimas décadas. Os tratamentos contra a doença são, geralmente, agressivos. Preservar óvulos no caso das mulheres e gametas no caso dos homens é uma decisão acertada!

Depois, quando tudo estiver resolvido, doenças curadas e/ou casamento sacramentado, pode-se tentar a concepção natural. Se demorar, os óvulos ou gametas também sadios e jovens, continuarão disponíveis para uma eventual fertilização in vitro.

 

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