Os principais cuidados (e perigos) da automedicação para as grávidas

fevereiro 01, 2017
admin

Muitas mães costumam se automedicar na gravidez, principalmente nos primeiros meses quando sintomas como enjoos, dores de cabeça, inchaço, entre outros tornam-se mais comuns. Como estão acostumadas aos remédios, tomam sem problema. A maioria dos medicamentos elas podem continuar tomando. São poucos os que não podem mais tomar, porém podem causar um grande incômodo. Quando a mulher está grávida, o perigo é duplo. Para ela e para o bebê.

Mesmo aquelas receitas caseiras da mamãe e avó, como chás naturais para diminuir os sintomas normais da gravidez, nem sempre são bem-vindos. Podem ser até abortivos.

Se você descobriu que está grávida e faz algum tratamento de saúde, leve a lista de medicamentos ao seu médico que fará o pré-natal. Vocês decidirão juntos o que tomar e o que deixar de lado. Talvez os dois médicos precisarão conversar, o ginecologista e o responsável pelo seu tratamento atual.  Caso tenha algum efeito colateral, pare o uso imediatamente.

Abaixo, veja as observações mais comuns quando o assunto é o uso de medicamentos para as mulheres grávidas. Mas lembre-se, por mais tola que seja a dúvida, sempre fale com o médico.

– É preciso tomar cuidado com anti-inflamatórios como Feldene, Cataflan, Voltaren entre outros, porque podem afetar o coração do bebê e não devem ser usados.

– Até mesmo aqueles remédios que não precisam de receita e são comumente utilizados — como as aspirinas e o ibuprofeno — podem oferecer riscos em potencial.

– Antibióticos: alguns deles podem ser usados sem problemas. Entretanto outros são tóxicos para o fígado do bebê e afetam as cartilagens de crescimento dos ossos.

– Álcool é sempre proibido, assim como café em excesso.

– Cuidado com antidepressivos e calmantes.

– Tintura de cabelo: é bom evitar nos primeiros meses de gravidez.

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