O Pré-natal é essencial para a saúde da mãe e do bebê

dezembro 08, 2014
admin

Amamentação, vacinas e banhos de sol são algumas das muitas responsabilidades e tarefas dos pais após o nascimento de um filho. Contudo, os cuidados e precauções a serem tomados vêm antes mesmo do parto. O pré-natal, que é o cuidado médico a ser adotado dentro do tempo de gestação se faz crucial para a vitalidade da criança e da mãe.

 Iniciar o acompanhamento o mais cedo possível é de extrema importância, pois trará mais tempo ao obstetra para identificar, tratar e prevenir viáveis problemas de saúde tanto para a mãe quanto para o feto.

 Em quase todos os casos, há cuidados prévios a concepção do bebe, ou seja, na preparação para engravidar.

Exames básicos

Após a sua primeira consulta, a futura mãe inicia uma série de exames que incluem o cronograma do pré-natal e, feitas as consultas e análises laboratoriais é traçado o perfil da grávida e do bebê, possibilitando o esclarecimento de questões.

 Também fazem parte do cronograma do pré-natal: vacinas antitetânicas, contra o vírus H1N1 e contra a Hepatite B. Todos os dados sobre a paciente são registrados no Cartão de Acompanhamento pré-natal que fica sob responsabilidade da futura mãe.

Geralmente os médicos pedem os seguintes exames:

Glicemia – Para detectar a presença de diabetes;

Grupo sanguíneo e fator Rh – Exame muito importante, pois estabelece a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê;

Anti-HIV – Identifica a presença da AIDS no sangue da gestante. Caso a mãe seja soropositiva, o médico indicará alguns medicamentos que reduzirão as probabilidades de transmissão para o bebê;

Sífilis – Doença que pode acarretar na malformação do bebê, como, deficiência visual ou auditiva, complicações ósseas e neurológicas;

Rubéola – Doença que induzir ao aborto, parto prematuro e retardo mental, além de causar malformações no bebê;

Hepatite B – Caso a doença esteja presente na gestante, algumas medidas a serem tomadas reduzem a viabilidade de passagem do vírus para o bebê;

Urocultura – Identifica uma possível infecção urinária na gestante, que pode levar a um parto prematuro, levar a diversas situações doentias, além de poder evoluir para uma infecção mais grave e causar a morte;

Ultrassonografias – Utilizadas para a identificação da idade gestacional e delatar malformações no bebê.

Patologias

As más-formações físicas e genéticas são identificadas por meio do monitoramento, patologias cromossômicas como, por exemplo, a Síndrome de Down, alterações sistêmicas, como diabetes e hipertensão, doenças cardíacas e até virais, como o HIV.

Existem gestantes, porém, que acabam passando de baixo risco para alto risco porque desenvolvem doenças em decorrência da gestação. Esse foi o caso da dona de casa Maria Cristina da Silva, de 24 anos. Grávida de oito meses da segunda filha, ela relembra que na primeira gestação tornou-se hipertensa quando estava perto de data do parto.

Apoio emocional

Os especialistas destacam que, além da importância clínica, a observação durante a gravidez traz laços de confiança entre a paciente e o médico. Estes ricos encontros promovem a troca de informações e orientações. E os mesmos ainda ressaltam que o acompanhamento do pai neste processo é indispensável.

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