Veja as 10 perguntas mais frequentes no consultório sobre Fertilização In Vitro

março 22, 2017
admin
Veja as 10 perguntas mais frequentes no consultório sobre Fertilização In Vitro2

Adoramos o que fazemos na Fertilivitá e também o contato que temos com todos os pacientes em nosso site. Para ajudar ainda mais nossos leitores, separei respostas às 10 dúvidas mais comuns quando o assunto é Fertilização In Vitro.

Vamos lá:

  1. É verdade que vou tomar muitos hormônios de uma vez?
    Não exatamente. O uso dos hormônios é importante porque melhora o sucesso. Sem estimular a ovulação, o sucesso é bem menor. Os hormônios não ficam acumulados no corpo, duram apenas o período da duração do tratamento (cerca de 19 dias) e são muito semelhantes aos que produzimos naturalmente.

 

  1. Os hormônios engordam?
    As mulheres neste período têm de tomar cuidado porque podem ficar bastante ansiosas. É um período de muita expectativa. Às vezes, nestes momentos de pressão, acaba descuidando da dieta.

 

  1. Qual o risco de ter gêmeos?
    Médio risco – Há algum tempo, para ter sucesso, os médicos transferiam muitos embriões para manter boas chances de gravidez. Hoje há uma grande tendência de se transferir cada vez menos. Na maioria das vezes transferir dois embriões já é o suficiente. Em casos selecionados pode ser feita a transferência de um único embrião. Tudo isso depende mesmo de cada caso e da competência de toda a equipe médica envolvida no seu tratamento.

 

  1. As crianças nascidas de Fertilização In Vitro (FIV) terão mais chances de ter doenças?
    Não. No geral têm as mesmas chances de doenças do que mulheres da mesma idade engravidando espontaneamente.

 

  1. E o inverso, o tratamento de FIV, previne que crianças tenham doenças?
    Em linhas gerais também não. Mas existe a possibilidade de, na presença de doenças hereditárias já conhecidas, se fazer tratamentos específicos de escolha de embriões sadios.

 

  1. Congelamento de embrião – por quanto tempo pode usar e/ou descartar um embrião?
    Recomendamos transferir os embriões nos primeiros cinco anos. Mas já temos embriões há mais de dez anos conosco. Uma vez congelados, o Conselho Federal de Medicina não permite que os descarte antes de 5 anos de armazenamento. Doar os embriões a outros casais nesse período é permitido.

 

  1. Os remédios usados para induzir ovulação causam câncer?
    Não. Como toda medicação, é importante não usá-los seguidamente por muitos meses ao longo do ano. Porém, pode-se fazer várias tentativas de fertilização in vitro usando medicações, com descanso entre uma e outra ( e muitas vezes até sequencialmente) sem causar problemas.

 

  1. Quais são as etapas da FIV?
    Após o processo inicial de avaliação do casal, se a FIV for o melhor procedimento indicado ao seu caso, fique tranquila. É um tratamento eficaz, com baixos índices de desconforto e complicações. Cada vez mais o processo de tratamento está sendo feito com simplicidade, eficácia e segurança. Didaticamente, podemos dividir a FIV em etapas:ESTIMULAÇÃO
    2. COLETA DE ÓVULOS E ESPERMATOZOIDES
    3. FERTILIZAÇÃO PROPRIAMENTE DITA E DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO
    4. TRANSFERENCIA DE EMBRIÕES
    5. SUPORTE DA FASE LÚTEA E CONSTATAÇÃO DA GRAVIDEZ
    6. VISUALIZAÇÃO CLÍNICA DA GRAVIDEZ

>>>Temos um texto especial no nosso site sobre o tema: Acesse AQUI 

 

  1. Como é o tratamento? É desconfortável?
    Hoje, o desconforto é mínimo. Há vários dispositivos para aplicar as injecções, por exemplo. A própria paciente pode fazê-lo.

 

  1. Como se dá a doação de óvulos durante o tratamento compartilhado?
    É algo relativamente comum nos dias de hoje. Casais que enfrentam o problema da infertilidade compartilham os óvulos e os custos envolvidos no tratamento entre doadores e receptores. É obrigatório o sigilo da identidade dos envolvidos. A clínica faz a “ponte” e coordena o trabalho.

A candidata a doar tem de passar por uma avaliação. Esta relação não pode envolver nenhum grau de parentesco, as partes não podem se conhecer e não podem ganhar dinheiro diretamente pela doação.

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