Vacina em dia é garantia de saúde também para o bebê

junho 12, 2017
admin

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Estar com a carteirinha de vacinação em dia é muito importante em qualquer período da vida. Mas, para as grávidas, este cuidado deve ser redobrado, sobretudo nos primeiros três meses de gestação, etapa chamada pelos médicos de embriogênese. O principal motivo é que o sistema imunológico das futuras mamães é mais vulnerável e há doenças infecciosas que podem ultrapassar a barreira placentária e causar riscos ao desenvolvimento da criança.

Entre estas estão gripe, rubéola, sífilis, hepatite B, tétano, coqueluche, caxumba e citomegalovirose. Durante o pré-natal, em meio aos exames de rotina, o médico pedirá a sorologia, que é um exame de sangue para ver com quais doenças a mulher já teve contato. Há doenças em que é possível tomar as vacinas ainda durante a gravidez, como a da gripe, dTpa – que imuniza contra o tétano neonatal e coqueluche no recém-nascido – e hepatite B.

No entanto há casos, como o da rubéola, por exemplo, em que não é possível fazer esta imunização durante a gestação e aí, o médico deverá acompanhar de perto, solicitando exames periodicamente até que a gravidez ultrapasse o terceiro mês. O mesmo deverá acontecer se a futura mamãe não tiver tido contato com os agentes causadores da sífilis, toxoplasmose e citomegalovirose, que são as principais doenças infecciosas capazes de causar malformações no embrião e para as quais ainda não há vacinas. Aids e doença de Chagas também devem fazer parte da sorologia básica pedida pelo médico e, caso sejam detectadas, devem ser monitoradas.

Quando não é possível vacinar, medidas simples são a solução

Para se manter longe dos focos de contaminação, há medidas muito simples que podem ser facilmente adotadas. A sífilis, por exemplo, é uma doença sexualmente transmissível e tanto a futura mãe quanto seu parceiro devem ser tratados adequadamente para a prevenção do contágio e recomenda-se o uso de preservativos.

A mesma recomendação se aplica à citomegalovirose, também transmissível por saliva. Bastante comum entre a população em geral, o citomegalovírus pode causar perda auditiva da criança, microcefalia, deficiência visual, retardo mental e problemas neurológicos. Outra recomendação importante é manter distância de pessoas com febre alta sem causa aparente.

Para evitar a contaminação por rubéola, é preciso também manter distância de pessoas infectadas já que a transmissão acontece por meio de gotículas das secreções respiratórias dos doentes.

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