Número de fertilizações tem crescido nos últimos anos no Brasil

agosto 07, 2015
admin
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Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que entre 2011 e 2014, o número de tratamentos de fertilização realizados no Brasil aumentou 106%. Alguns fatores que colaboraram para este crescimento são a queda do preço do tratamento e facilidade de pagamento, aliados ao fato de que novas tecnologias vem melhorando os resultados de tratamento paras mulheres optarem por engravidar mais tarde.

Os dados da Anvisa mostram que, entre 2008 e 2014, o total de embriões congelados cresceu 763%, sinal que muitas mulheres estão postergando a gravidez. É este fato também acontece na Fertilivitá. Mulheres entre 35 e 40 anos, estabilizadas na carreira, a maioria casadas, são o nosso maior público, porém, como já abordamos em outros textos de nosso blog, casais homoafetivos também têm procurado com mais frequência.

Outra pesquisa recente, desta vez da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida (Rede Lara) aponta que, até 2012, o Brasil era responsável por 45% das fertilizações in vitro realizadas na América Latina.

Outra perspectiva é a preservação da fertilidade. Quando feita por motivo social (quando a mulher não tem planos de gravidez a curto e médio prazo), é possível o congelamento de óvulos ou embriões para que possam ser descongelados para concepção futura. Outra indicação desse tipo de tratamento é o câncer que acomete homens e mulheres em idade reprodutiva e que desejam ter filhos no futuro. Hoje em dia, os tratamentos de câncer melhoraram a expectativa de vida e as chances de cura. Como radio e quimioterapia podem danificar óvulos e espermatozoides, é possível a preservação de óvulos ou congelamento de espermatozoides previamente ao início desses tratamentos, garantindo chances de gravidez após a cura ou controle do câncer.

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