Medo de cirurgia? Técnicas minimamente invasivas diminuem riscos em geral

julho 17, 2017
admin

SITE-Descolamento de placenta8

Os avanços tecnológicos são enormes ano a ano na Medicina, principalmente no que se refere às cirurgias. Atualmente, têm sido cada vez mais comuns a adoção de procedimentos com técnicas minimamente invasivas, o que tem ajudado e muito a minimizar os riscos inerentes a qualquer cirurgia. Especialmente no que se refere aos procedimentos ginecológicos, as técnicas mais comuns são a laparoscopia, a cirurgia por via vaginal e cirurgia robótica. E as vantagens são incontáveis.

Estas técnicas permitem o tratamento de inúmeros problemas ginecológicos, como a endometriose severa, cistos ovarianos, gestação tubária, miomas uterinos, histerectomias complexas, reconstruções pélvicas e até câncer. Especificamente no caso da endometriose, o uso deste tipo de cirurgia é bastante recomendado já que permite a remoção completa das lesões com chances muito baixas da doença voltar.

Robôs cirurgiões? – A robótica aliada à medicina é uma excelente maneira de realizar cirurgias complexas de forma minimamente invasivas e com inúmeras vantagens para os pacientes. Tendência mundial, a cirurgia complexa assistida por robôs garante redução do tempo de internação, menor tempo de recuperação e retorno às suas atividades normais, além da menor incidência de dores.

Já para os cirurgiões, há uma melhora no campo de visão em até 15 vezes em relação às cirurgias por videolaparoscopia. É possível também obter uma visão em 3D que possibilita mais precisão. Além disso, há a possibilidade de trabalhar em espaços reduzidos, ausência de tremor, melhor mobilidade das pinças e maior amplitude dos movimentos, maior número de instrumentos sob controle do cirurgião e menos cansaço físico para o profissional.

Esta técnica pode ser utilizada no tratamento de endometrioses muito profundas, no caso de histerectomia por conta de um câncer ginecológico e no caso de pacientes muito obesas, em que a cirurgia, naturalmente, oferece um risco maior em relação às demais pacientes.

Comentários

comentário(s)

No comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>