Eu quero ter um filho, mas ele(a) não quer… o que eu faço?

agosto 24, 2017
admin

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Ter ou não ter um filho? Há quem tenha nascido com este dom e trace rumos para a vida baseando-se neste desejo. Outras pessoas não. Há indivíduos que sentem o “chamado da natureza” com o amadurecimento ou quando encontram “A pessoa” com quem desejam passar o resto de seus dias. Já alguns nasceram com o instinto tão aflorado que, se não realizarem este sonho, viverão suas vidas sentindo-se incompletos. No entanto, o choque de desejos pode acontecer: E quando se está em uma relação que tem tudo para dar certo e há o desejo de formar uma família e a outra parte não quer filhos? Frustração, tristeza e desapontamentos começam a surgir e isto pode atrapalhar a relação.

Quando um relacionamento começa a se tornar estável, sobretudo depois de anos, é comum que este assunto venha à baila e ambos exponham suas expectativas. Quando há um consenso, maravilha! Mas, como fazer se há amor e vontade de ficar junto para sempre e a divergência ocorre justamente em um assunto tão sério como este?

Para responder a esta pergunta, é preciso fazer outra: será que vale a pena negociar até que um dos dois ceda em sua opinião ou seria melhor ir cada um para o seu lado e deixar o outro livre para viver sua vida da forma como deseja? É bem certo que, com o tempo, as ideias podem mudar e quem não desejava ter filhos passe a ver que a vida seria muito melhor se houvesse um fruto daquele amor. No entanto, isto não acontece sempre.

Talvez, a situação seja ainda mais difícil com mulheres que desejam ardentemente ser mães e que se casaram com homens que se mostram irredutíveis neste quesito. Há muitas que enganam a si mesmas com a falsa certeza de que a mudança de opinião virá com o tempo. Ou ainda partem para o velho truque do “eu tomo pílula, amor, fique tranquilo” e, não o fazem propositalmente. O contrário também pode acontecer. Homens também tem suas artimanhas. Será que vale a pena tudo isso?

É preciso, antes de mais nada, entender os reais motivos pelos quais um ou outro não deseja ter filhos. E por trás disso mais do que o simples “não querer” pode haver razões muito sérias, como um trauma, por exemplo. Neste caso, é fundamental procurar a ajuda de um especialista. Assim, talvez com o tempo, haja superação e até uma mudança de ideia. Mas, em qualquer situação em que haja esta divergência, é necessário diálogo franco. Formar uma família deve ser o desejo de ambos e em total concordância.

Pensar antes de tomar uma decisão tão importante pode ser a chave para a felicidade, seja ela com ou sem filhos.

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