Espante o fantasma da infertilidade com a simples mudança de hábitos

setembro 25, 2017
admin

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Não é de hoje que dizemos que trazer uma criança ao mundo é o sonho da vida de muitos. Mas esta possibilidade não faz parte da vida de muitas pessoas. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em todo mundo, entre 60 e 80 milhões de casais sofrem com questões que afetam a possibilidade de gerar um filho. Mas, a boa notícia é que, para muitos, a infertilidade é apenas um fantasma criado por eles próprios. E mudanças de atitude e a adoção de hábitos simples já são capazes de fazer um verdadeiro exorcismo, espantando essa falsa crença para bem longe.

Entre os principais temores que envolvem a infertilidade é a idade. Com o passar do tempo, a taxa de fertilidade começa a cair tanto para homens quanto para mulheres. Mas os efeitos são sentidos a curto prazo nas mulheres, sobretudo pela queda na quantidade e qualidade dos óvulos produzidos a partir dos 35 anos. Já nos homens, este efeito começa a ser sentido somente após os 50. Mas, para isso, uma inseminação artificial ou uma estimulação ovariana podem ser a solução.

Mudanças de hábitos: resultados significativos

Outra questão bastante importante é o número de relações sexuais, o método mais antigo e eficaz para que ocorra uma concepção. Pouco adianta um casal chegar ao consultório de um médico e pedir que se faça uma inseminação artificial quando o problema não é infertilidade, mas sim a baixa frequência de relações sexuais. Além disso, há concepções errôneas que apontam que a alta frequência de ejaculações provoque uma queda na qualidade do esperma produzido. No entanto, há estudos que apontam que é justamente ao contrário: quanto maior o intervalo nas ejaculações, pior a qualidade. Sabe o lance de uma antiga propaganda de biscoito em que não se sabia se vendia mais porque estava sempre fresquinho ou estava sempre fresquinho porque vendia mais? Então, é mais ou menos assim…

Evidências apontam que a eficiência reprodutiva é maior quando o casal se relaciona uma vez ao dia, ou a cada dois. No entanto, esta frequência deve ser determinada pelos hábitos e preferências de cada um. É bem certo que o sexo, se usado somente para fins de procriação, fica chato e mecânico e acaba induzindo a um estresse desnecessário. O prazer e a interação entre o casal devem ser privilegiados, afinal, gerar um filho deve ser um ato de amor, certo? Mas, para juntar o útil ao agradável, que tal monitorar a ovulação para que haja mais relações durante os períodos férteis, sobretudo a partir do terceiro dia que antecede a ovulação? Para isso, há uma gama de aplicativos disponíveis que ajudam neste processo e que estão disponíveis para os diversos sistemas operacionais.

Além disso, para quem pensa em ter um filho, é preciso atenção especial ao estilo de vida. Fumantes, obesos, que consomem álcool em excesso tendem a ter mais dificuldade de conceber que pessoas com hábitos mais saudáveis.

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