Desvendando a depressão pós-parto

fevereiro 26, 2016
admin
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A depressão pós-parto como doença psiquiátrica é rara, atinge entre 5% e 10% das mulheres. Algumas pessoas a confundem com o estresse puerperal. Vamos falar de tudo isso.

O estresse puerperal não é uma depressão, aproxima-se mais a uma melancolia, cansaço e preocupações originadas por uma situação nova, de muita felicidade e também muita responsabilidade.

A mulher pode se sentir em uma situação típica dos primeiros dias de vida do bebê. “Puxa vida, não sei se dou conta. Ele não dorme. As cólicas são muito fortes. Ainda preciso receber as pessoas. Minha família me cobra muito. Cadê meu marido”? Estes são só alguns dos questionamentos deste período.

A sociedade em geral cobra mais a mulher nesta fase da vida. Ela tem de cuidar de tudo e ainda do bebê, desde a amamentação até ouvir da mãe (e das tias… sempre há uma) como e o que deve fazer…

Normal ter estresse puerperal, que vem da palavra puerpério, período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.

A depressão pós-parto é algo mais sério. Normalmente atinge mulheres que já têm uma tendência. O quadro requer um acompanhamento psiquiátrico. As situações citadas acima podem servir para desencadear este processo mais sério na mulher.

Tudo que é preciso ser feito torna-se dificílimo. A exaustão é crônica, a mulher sente-se chegando perto do limite.

A depressão precisa ser tratada. A mulher começa a resgatar lembranças ruins de situações comuns do dia a dia e as transforma em bloqueios sérios.

Nesta hora, apoio do marido, da família, é fundamental.

A boa notícia: com tratamento adequado, carinho e compreensão, a tendência é tudo voltar ao normal rapidamente.

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